Club de
São Paulo
Aeroporto

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EGD Samir Nakhle Khoury promove a paz em palestra no RCSP?Aeroporto

O EGD Samir Nakhle Khoury, companheiro do Rotary Club de São Paulo ? Saúde e Sócio Honorário do RCSP ? Aeroporto realizou palestra na 30ª reunião ordinária do clube, abordando o tema O Rotary e a Promoção da Paz. De maneira reflexiva, Samir perguntou: O que nos traz para o rotarismo? Então mencionou que, além dos amigos e contatos, nascemos em 1905, com outro formato. Nascemos com formato de intercambio profissional, querendo divulgar nossa profissão. Através de ações comunitárias que se tornaram mundiais, o rotarismo passou a envolver cada vez mais pessoas que se interessaram pelo ideal de servir, explicou. Para Samir, trégua não é paz. A paz precisa ser melhor compreendida no seu significado para que ela possa existir no mundo todo.O objetivo da paz é sólido e consistente, considerando que é um mal que assola o mundo. Ele é plural, tanto para o Brasil quanto para o Oriente. Mas ele deixa de ser sólido, concreto, na medida em que ele passa a ser abstrato, não só na nomenclatura, por ser um substantivo, mas também é relacionado à pouca compreensão do que é de fato, paz. Trégua não é paz. Tenho muita preocupação com essa afirmação, afirmou. Sua filha Aline, resolveu se embrenhar em conflitos que ele não considera ideal para uma jovem de 29 anos, embora reconheça que ela possui capacidade, desde criança, de resolver conflitos. Samir explicou um pouco da trajetória da filha pelo mundo, envolvida em tratados pela paz e resolução de conflitos.Por ser filha de rotariano ela não teve esse respaldo do Rotary, como a Bolsa pela Paz, mas resolveu se descambar por conta própria. Jornalista e socióloga, Aline ganhou bolsa de estudos do governo francês e seguiu sua trajetória, resolvendo conflitos na Colômbia, representando a UNESCO. Em três meses conseguiu reverter a situação com apoio do rotarismo colombiano, já que na ocasião ela precisou enfrentar autoridades do país. Um outro exemplo do seu empenho pela paz, foi a sua participação no penúltimo tratado entre palestinos e israelenses, quando Aline ajudou a desenvolver um contrato entre as partes, que previa a entrega de casas invadidas em terras divisórias por colonos judeus, em troca da soltura de alguns soldados israelenses. Isso deveria ser considerado uma trégua e não paz, como foi tratada a situação, definiu Samir.O papel do Rotary pela paz, segundo Samir, é extremamente importante, pela credibilidade que a instituição tem e precisa manter, preparando novos representantes que lutem por essa causa.Muitos se iludem com essa história de paz mundial e eu poderia citar vários outros exemplos da diferença entre trégua e paz. O Rotary é uma amalgama que ainda falta para a população, de um modo geral. Nossa instituição é de muita credibilidade e nós ainda temos essa credibilidade. Cabe a nós mante?la. Essa é uma grande bandeira. Podemos desenvolver o trabalho pela paz naturalmente, tendo consciência do que é de fato um sinônimo de paz. Esse é o primeiro passo. Um segundo aspecto é patrocinar alguém que possa lutar por nós. O que o rotarismo pede, não é que a gente vá a luta, mas sim, que nós eduquemos pessoas para que eles trabalhem por nós e assim, sejamos a mola propulsora pra que eles possam efetivamente lutar. Aí vem alguns subsídios que nós temos como o patrocínio da Bolsa pela Paz. Uma bolsa que nos custa 22 mil dólares e nós temos 50 bolsistas pelo mundo, um benefício que grandes doadores da instituição, proporcionam para jovens em todo mundo. Esse é um estímulo para que tenhamos cada vez mais representantes da paz. Tenho certeza de que esta é uma bandeira que fará o Rotary ser ainda maior do que ele é. Temos um potencial imensurável, mas podemos fazer muito mais. Acredito que nós do Aeroporto, faremos a nossa parte, concluiu.A presidente Marisa Dascenzi outorgou certificado ao palestrante Samir Nakhle Khoury, que muito contribuiu e continua contribuindo com o rotarismo no Distrito 4.420, no Brasil e no mundo. http://www.rotary4420.org.br/1718/N6502 #Palestra

Postado em 20 de Fevereiro de 2018 por Rotary Club de São Paulo-Aeroporto

Webinar do maior desafio brasileiro

Webinar sobre o Desafio Brasil - Meu Distrito Faz a Diferença, promovido pelos departamentos do escritório do RI Brazil Office, compartilharemos informações importantes para a conquista deste desafio. Público alvo: Governadores, Governadores Assistentes, dirigentes de clubes, dirigentes distritais e Rotarianos interessados em saber mais sobre o RI. Registre-se clicando aqui. O Webinar ocorrerá no dia 22 de Fevereiro às 16 horas (horário de Brasília). Após registrar-se você receberá um email de confirmação de sua inscrição.  

Postado em 16 de Fevereiro de 2018

Carlos Sadao apresenta o tema Clube Satélite no RCSP-Aeroporto

O Rotary Club de São Paulo-Aeroporto recebeu a visita do companheiro Carlos Sadao Shiratsu, que proferiu palestra sobre Clube Satélite, esclarecendo dúvidas e orientando os companheiros sobre essa nova proposta rotária, que visa ampliar ações e somar resultados com o apoio de novos colaboradores.Atualmente Carlos Sadao coordena a fundação de clubes satélites do Distrito 4.420. Ele ressalta que, o programa começou em 2011 e foi deliberado pelo Conselho de Legislação em 2013, sendo consolidado com estatuto em 2016. Podemos considerar que, esse tema ainda é um assunto novo e no nosso distrito foi iniciando em 2017, com a iniciativa do Rotary Club de São Paulo Sudeste, que fundou o primeiro clube satélite em agosto de 2017. Também temos o satélite do RCSP Ponte Estaiada e do RC Diadema Floreat, disse Sadao. Dados de fevereiro de 2017 registram a existência de 15 clubes satélites no Brasil, sem contabilizar os clubes do nosso distrito. O primeiro surgiu na cidade de Cárceres, no Mato Grosso, onde também se encontra o maior número de clubes satélites.Sadao explica que um clube satélite tem maior flexibilidade para ser fundado porque pode iniciar com oito companheiros. Muitas vezes, temos companheiros que não podem se encontrar com os demais associados nas terças feiras, dias de reuniões do clube.O clube satélite proporciona então uma reunião em um dia diferente, no mesmo local ou sede diferente, detalhou o palestrante. Como funciona o clube satélite? Os companheiros dos clubes satélites ficam alocados no clube padrinho. Todos os integrantes serão deste clube, mesmo que se reúnam em dia e local diferentes. Podem definir suas cotas e pagarão todas as taxas de RI normalmente. Eles não são isentos. Podem definir metas também e ter seus projetos, além do seu próprio regimento interno, desde que tenham o aval do clube padrinho. É muito simples, porém eles não terão CNPJ, porque estão alocados num clube que já possui tal documentação. É importante que se tenha uma conta bancária também para o satélite, sob a responsabilidade do clube padrinho que tem o CNPJ. Através de um formulário encaminhado para o RIBO, o clube passa a ser reconhecido oficialmente em aproximadamente um mês. Por sua participação e esclarecedora apresentação, Carlos Sadao recebeu um certificado entregue pela presidente Marisa Dascenzi, que parabenizou o companheiro e agradeceu por sua presença no clube.Na ocasião, a presidente Marisa Dascenzi também recebeu a visita de companheiros do RC de Peruíbe e de Interactianos do RCSP Aeroporto, ambos divulgando seus eventos e contando com o prestígio da família Aeroporto. http://www.rotary4420.org.br/1718/N6501 #Palestra

Postado em 06 de Fevereiro de 2018 por Rotary Club de São Paulo-Aeroporto

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